Minimalismo é tendência para design, decoração, arquitetura e até lifestyle.
A arquitetura minimalista é considerada simples e refinada. A ideia é subtrair tudo aquilo que é desnecessário. Seguindo o estilo, os edifícios passam a ser projetados com linhas retas e formas geométricas simples, os ambientes são decorados com poucos objetos, cores neutras e os produtos têm o layout mais clean e funcional possível.
O minimalismo foi interpretado de várias maneiras no campo da arquitetura e do design de interiores. O estilo pode ser facilmente identificado pela construção “limpa” e sem excessos, pelo uso de cores neutras e materiais industriais modernos. Também é notável a ausência de adereços desnecessários, o que pode, num primeiro momento, trazer uma imagem “fria” e desconfortável, em que a estética sacrifica o conforto. É o contexto perfeito para se aplicar o ditado de que “menos é mais”.
O minimalismo surgiu de uma série de movimentos artísticos e culturais que percorreram diversos momentos do século XX e preocuparam-se em fazer uso de poucos elementos fundamentais como base de expressão, e os designers aderiram ao estilo por volta de 1980. Sua principal influência veio da cultura japonesa e essa tendência veio contra a variação formal e cromática dos movimentos artísticos anteriores.
Os movimentos minimalistas tiveram grande influência nas artes visuais, no design, na música e na própria tecnologia. O termo pode ser usado para descrever as peças de Samuel Beckett, os filmes de Robert Bresson, os contos de Raymond Carver, os projetos automobilísticos de Colin Chapman e até mesmo a linha teórica adotada pela gramática gerativa desde o fim do século XX.
O termo tem sido tanto utilizado que quando pensamos em um espaço minimalista, já imaginamos um ambiente contemporâneo, com paredes brancas e poucos móveis. As pessoas que vivem o estilo minimalista dão adeus ao excesso de mobília, roupas e até notificações no celular.


